Sejam bem-vindos
Sou um fanático por Fórmula 1. Imagino que você, que chegou até aqui, também seja. Enquanto alguns preferem ir aos autódromos torcer na arquibancada, outros seguem um ritual quase religioso na frente da TV antes e durante as transmissões, e outros ainda escolhem um piloto para ídolo e dedica seu tempo à tietagem, eu me divirto lendo. Claro que, como fã, eu acabo mergulhando de cabeça em todas as categorias, mas eu dedico mesmo meu tempo à pesquisa.
Eu, particularmente, não só sou fascinado pela pesquisa, mas também sou fascinado pelo "underground", pelas histórias que poucos conhecem ou se interessaram em procurar conhecer, sobre personagens, de pilotos a chefes de equipes, que talvez não tenham entrado para o hall dos maiores do mundo, e talvez nem tenham sequer passado perto disso, mas que foram protagonistas de episódios estranhos, engraçados, e comoventes.
Não sou jornalista, e nem tenho formação superior em humanas. Aliás, duvido que eu consiga escrever um texto sem um punhado de erros de ortografia, concordância, e até alguns lapsos técnicos. Nem passo, e nem pretendo passar perto do conhecimento de outros que conhecem a Fórmula 1 bem mais a fundo, e nem daqueles que viveram em suas carreiras o dia-a-dia da categoria. Eu apenas gosto de desviar meus olhos do foco dos holofotes da fama e encontrar o lado cômico, cruel e humano do nosso esporte favorito. Descobri que nomes obscuros como Slim Borgudd, Rolf Stommelen, Hideki Noda, e Johnny Dumfries são os heróis e anti-heróis de histórias tão fascinantes quanto as conduzidas por mitos como Jimmy Clark, Nelson Piquet, Clay Regazzoni e Nigel Mansell. E aqui, neste blog, quero compartilhar com vocês das histórias do "lado B" da Fórmula 1.
Sejam bem-vindos